Sobre Carlos Nina

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Carlos Nina

Recebi sua carta. Alegrou-me saber que você está melhor aí. Aqui não dava mais para você ficar depois de ter dito que as nulidades triunfavam, a desonra prosperava, a injustiça crescia e o poder dos maus agigantava-se. Não porque não fosse verdade, mas porque você disse que isso levava a desanimar da virtude, rir-se da honra e ter vergonha de ser honesto, como se virtude, honra, justiça e honestidade valessem alguma coisa.

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Carlos Nina

Em respeito à memória do amigo Nauro Machado, sua esposa Arlete e seu filho Frederico, retiramo-nos de seu velório logo após chegarmos, por termos, eu e Enide, minha esposa, sido vítimas da truculência de segurança do Governador do Estado.

Preferimos sair, em sinal de respeito, já que o autoritarismo e a prepotência não respeitaram a memória de um homem que foi sempre avesso à violência, à grosseria.

Crítico mordaz, mas serenamente educado.

Tivemos e vivemos muitos momentos de alegria. Devotei-lhe, desde cedo, respeito, admiração e amizade.

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Carlos Nina

Por conta da truculência, da prepotência, da mentira e da covardia de um preposto do Governo do Estado do Maranhão, não permaneci, como gostaria, no velório do querido amigo e poeta Nauro Machado, nesta tarde, na Academia Maranhense de Letras, onde estava seu corpo.