Sobre Carlos Nina

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Quem ouviu o discurso da presidente do STF na reabertura dos trabalhos em 2018 pode até pensar que vai mudar alguma coisa. Não mudará. A mudança depende da sociedade, que está descrente. Parte dela está obsedada pela mentira, o cinismo e a desfaçatez do chefe da maior organização criminosa de que se tem notícia, além de beneficiária de outras quadrilhas que dominam os tráficos (armas, drogas e pessoas). Outra parte da sociedade está acuada, refém da violência. Há ainda os que preferem fazer humor, inventar e espalhar piadas nas redes sociais sobre fatos do dia a dia. Algumas chegam antes da notícia.

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A história da humanidade é uma sucessão de conflitos. Individuais e coletivos. O primeiro foi protagonizado por Adão e Eva com a Serpente. Em seguida, Caim e Abel. Seguiu-se uma sucessão interminável. Domésticos, regionais, internacionais e mundiais. Não há nenhuma perspectiva de que se extinguirão. A violência proliferou-se avassaladora, violando soberanias e integridades pessoais.

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bandeiraA bandeira não é apenas um pedaço de pano. Ou uma imagem. É um símbolo. Esse símbolo ganha vida e força de acordo com a relação que cada um de nós tem com ele. Por isso é fundamental que desde cedo as crianças aprendam o significado da bandeira de seu País. Não para que, ao ver a bandeira, lembrem-se do país onde nasceram. Mas para que sintam orgulho do seu país, que se emocionem ao ver seu pavilhão, que nele vejam a grandeza que aquele símbolo representa.